Rodrigo Capelo: “Acuado pela Odebrecht, o Flamengo paga mais caro do que o Fluminense pelo Maraca”
Em meados de 2013, Flamengo e Fluminense divergiram nos contratos que assinaram com a Odebrecht , àquela altura empossada administradora do Maracanã . Interessados em ganhos maiores em curto prazo, os flamenguistas fizeram um acordo no qual rachavam as despesas das partidas, mas ficavam com um percentual maior sobre a receita líquida conforme colocavam mais público no estádio. O acordo durava só até o fim do ano e seria renovado anualmente toda vez. Já os tricolores preferiram um negócio mais seguro: assinaram um contrato de 35 anos, no qual tinham quase nenhuma despesa para arcar, mas estavam restritos às receitas de uma parte só das arquibancadas. Só faturavam aquele setor que lhes pertencia. Essa divergência hoje faz toda diferença – mas pelo motivo errado. Conforme o negócio da Odebrecht desmoronou no Maracanã, a construtora quis abandoná-lo. Teria rompido o contrato de concessão com o governo do estado do Rio de Janeiro, que lhe dá a admini...
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